Dieta dos pontos: quando tudo se resume à matemática

O défice energético é um requisito essencial num plano de emagrecimento mas a forma como é conseguido pode ser tão diversa que não há limites para a imaginação. A dieta dos pontos é um exemplo disso mesmo, mais uma forma de limitar a ingestão energética do indivíduo estabelecendo um valor limite de pontos por dia de acordo com algumas características da pessoa. Continuar a ler

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Dieta da Zona? Qual zona?

A Dieta da Zona na verdade não é mais do que uma distribuição específica de macronutrientes e por acaso foi das primeiras a sugerir a importância de reforçar a proteína na alimentação assim como da gordura e sobretudo gorduras boas. A proporção que a “Dieta da Zona” implica é de 40% de hidratos de carbono, 30% proteína e 30% de gordura.  Continuar a ler

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A dieta Dukan: a dieta das estrelas?

Não há nada melhor para vender um livro do que dizer que fala da dieta seguida por uma “estrela de Hollywood”. A Dieta Dukan foi vista assim… Basicamente não é nada mais do que uma dieta com um teor de hidratos de carbono muito baixo com fases, porque todos gostamos de “fases”.  Continuar a ler

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Dieta Atkins: modelo original

A Dieta de Atkins revolucionou de forma significativa a visão que as pessoas tinham sobre a gordura e mudou o alvo das acusações para os hidratos de carbono.

Este modelo prometia transformar o corpo numa máquina de queimar gordura através de um plano alimentar rico em gordura! A dieta de Atkins é uma dieta essencialmente hiperlipidíca e talvez a origem dos modelos cetogénicos criados mais tarde.

Neste modelo, a ingestão de hidratos de carbono totais era extremamente limitada (idealmente abaixo das 20g) e o indivíduo devia alimentar-se de alimentos ricos em proteína mas sobretudo em gordura:

  • Ovos
  • Queijo
  • Carne e produtos cárneos (incluindo bacon, presunto)
  • Molhos (maionese)

Robert Atkins criou, em 1972, o verdadeiro motivo para um pequeno-almoço muito inglês com ovos mexidos e bacon. Num dia normal, o indivíduo chegava a ingerir por dia 60-70% das suas calorias através da gordura o que num plano de 2000kcal podia significar valores como 155g de gordura por dia (~30g porções).

A grande desvantagem deste modelo prende-se com a reduzida lista de alimentos permitidos, a par de fases de indução extremas que consistiam em ingerir apenas gordura durante 24-72h para sair do ponto de estagnação. Conheço quem tenha passado um dia a comer azeite… Actualmente, o novo modelo inclui ainda toda uma linha de produtos destinados a cumprir o plano alimentar e tem fases de indução menos extremas.

Não vamos negar à partida as vantagens inerentes a modelos de baixo teor de hidratos de carbono para um indivíduo com menor sensibilidade aos mesmos. Por isso esta abordagem até pode ser válida em casos específicos. A comunidade científica questiona-se apenas sobre evidência sobre o que é necessário a nível de restrição de hidratos de carbono.

A Atkins é uma very low carb high fat diet na sua essência, no entanto importa esclarecer que limitar os hidratos de carbono a números e não distinguir a sua natureza pode ser uma grande desvantagem do ponto de vista de qualidade nutricional. Neste modelo, todos os hidratos de carbono são contabilizados o que torna também difícil a contagem de alimentos que pouco ou nenhum contributo energético teriam como as hortaliças.

A adesão fácil a este modelo prende-se precisamente com a capacidade de um indivíduo saber quando não está a cumprir, o que facilita e muito a compliance sobretudo numa população em que a consistência seja um factor limitante.

Se tem de ser Atkins ou um modelo mais avançado, deixamos para as descrições de outros modelos similares (ex:. Scivation cut diet).

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Dietas: a verdade nua e crua

Nesta nova rubrica vou abordar a origem, os princípios, a “vantagem” e a “limitação” de cada “Dieta”. Espero poder explorar os mais importantes dos últimos 10-15 anos e sobretudo explicar o porquê de alguns destes modelos terem influenciado algumas das correntes actuais sobre alimentação.

Não pretende ser um bota abaixo até porque algumas até ensinaram uma nova visão sobre os alimentos. As crenças que se tinham formado até então começaram a ser desfeitas e as pessoas começaram a interessar-se mais por “novas teorias” que antes pareciam ridículas.

A verdade é que, na sua maioria, estes modelos foram criados nos EUA o que nos levanta uma questão simples:

Tanta dieta, tanta teoria e continua a ser o país com maior incidência de obesidade no século XXI?

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Passo a passo: Como encarar a jornada no emagrecimento?

Já estamos em Abril e com a melhoria do tempo começam as consultas de nutrição a encher. Todos os anos ouvimos o mesmo, todos os anos dizemos o mesmo, parece que cada vez se sabe mais sobre nutrição,  fitness, etc. mas cada vez se vê mais pessoas perdidas… na alimentação, no treino, na suplementação, etc. Se quer que este seja “o seu ano” de transformação, encare como uma jornada e não um sprint. Eis o que se passa num acompanhamento para emagrecer.  Continuar a ler

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Coaching & Nutrição: uma parceria pelos seus objetivos

A primeira pergunta que faço numa consulta ou num acompanhamento é “qual o seu objetivo” ou “quais os seus objetivos?”. Um objetivo sem um plano é apenas um sonho e por isso vejo que as pessoas têm frequentemente dificuldades em ser consistentes com o que desejam, e sobretudo de serem fiéis à sua própria meta. Querem mas…

Por isso mesmo considero que é essencial uma abordagem diferente e aqui surge o Coaching numa parceria que tenho a certeza que vai ser um sucesso para conseguir atingir a sua meta a nível pessoal, físico e conquistar ferramentas que ajudem hoje, amanhã , daqui a 1 ano e daqui a 5 ou 10 anos. Continuar a ler

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Como funciona o acompanhamento online? Parte III

Esta terceira parte é dedicada a esclarecer algumas perguntas frequentes que surgem no primeiro contacto. Lembre-se que se trata de uma relação de confiança, o profissional confia em si para lhe dar toda a informação para poder fazer um bom trabalho, cabe-lhe a si confiar no profissional até para dizer o que não corre tão bem. Continuar a ler

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Como funciona o Acompanhamento online? Parte II

O contacto com o profissional deve ser frequente, deve dar um follow up semanal ainda que possa ir tirando dúvidas com maior frequência. No entanto, o follow up não é apenas mandar peso e medidas ou dizer “está na mesma”, esse é dos feedbacks mais frustrantes que alguém vai receber e pior do que isso não pode fazer absolutamente nada com essa informação. Aprenda a dar feedback, vai perceber que é fundamental até para saber auto-avaliar-se.  Continuar a ler

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Como funciona o acompanhamento online? – Parte I

O primeiro que deve ter em conta quando procura o acompanhamento de um profissional é que o objetivo dessa etapa, que pode ser mais ou menos longa, deve ser o de optimizar o que tem feito e o de aprender novas estratégias para o futuro. Nunca, em momento algum, deve encarar o que aprende num acompanhamento seja de 30, 60, 90 dias ou de 1 ano como algo estanque que só serve naquele momento. Ainda assim este tipo de serviço levanta dúvidas por isso é importante saber como funciona e o que pode estar.  Continuar a ler

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